Autor: juliana

  • Corrimento vaginal: descubra a causa, não apenas trate os sintomas

    Corrimento vaginal: descubra a causa, não apenas trate os sintomas

    Como os anticoncepcionais influenciam no corrimento vaginal: analisando cada método.

    Se você já usou pomadas ou comprimidos várias vezes e o corrimento sempre volta,
    provavelmente o problema ainda não foi diagnosticado corretamente.

    O corrimento pode ser causado por diferentes condições, como candidíase, vaginose
    bacteriana, vaginite inflamatória, alterações hormonais, infecções sexualmente
    transmissíveis ou até mesmo situações que não necessitam de antibióticos ou antifúngicos.
    Cada uma dessas doenças exige um tratamento diferente. Por isso, tratar apenas pelos
    sintomas aumenta o risco de recorrência.

    Na consulta, investigamos detalhadamente a sua história clínica e realizamos um exame
    ginecológico completo para identificar a verdadeira causa do problema.

    *Um diferencial: avaliação do conteúdo vaginal no microscópio durante a consulta*

    Para saber a real causa do seu corrimento, é necessário analisar uma amostra do conteúdo
    vaginal no microscópio.
    Esse exame permite observar características importantes, como:
    * presença de fungos compatíveis com candidíase;
    * alterações da flora vaginal;
    * sinais de vaginose bacteriana;
    * inflamação;
    * quantidade de lactobacilos;
    * alterações do pH e outras informações que ajudam no diagnóstico.

    Isso reduz a necessidade de tratamentos por tentativa e erro, e permite escolher o
    tratamento correto já na primeira consulta.

  • Como os anticoncepcionais influenciam no corrimento vaginal: analisando cada método.

    Como os anticoncepcionais influenciam no corrimento vaginal: analisando cada método.

    Como os anticoncepcionais influenciam no corrimento vaginal: analisando cada método.

     

    Você sabia que o tipo de anticoncepcional pode alterar seu conteúdo vaginal? Sim, o tipo de anticoncepcional escolhido pode alterar o muco cervical e influenciar o corrimento vaginal!

    O muco cervical é uma secreção produzida pelas glândulas localizadas no colo do útero (cérvix). Ele desempenha um papel essencial na saúde reprodutiva feminina, variando em composição, quantidade e consistência ao longo do ciclo menstrual, influenciado pelos hormônios estrogênio e progesterona.

    O muco cervical contribui para o conteúdo vaginal, que é uma manifestação natural do corpo feminino, desempenhando um papel crucial na manutenção da saúde íntima. Ele auxilia na lubrificação, limpeza e proteção contra infecções.

    Contudo, o tipo de anticoncepcional utilizado pode alterar suas características, como cor, consistência e odor. Entender essas mudanças pode ajudar as mulheres a reconhecer o que é esperado e identificar possíveis sinais de alerta.

    Vamos analisar as alterações do muco cervical e como pode ficar o conteúdo vaginal de acordo com cada método:

    1. Pílulas Orais Combinadas (Estrogênio e Progestágeno):

    • Alterações no muco cervical: As pílulas combinadas inibem a ovulação e promovem o espessamento do muco cervical, tornando-o menos permeável aos espermatozoides.

    • Conteúdo vaginal: podem aumentar a secreção vaginal, resultando em um corrimento mais abundante e transparente, semelhante à clara de ovo.

    2. Pílulas de Progestágeno (Minipílulas):

    • Alterações no muco cervical: as minipílulas também inibem a ovulação espessam o muco cervical, dificultando a passagem dos espermatozoides.

    • Conteúdo vaginal: podem reduzir a quantidade de secreção vaginal, resultando em um corrimento mais espesso e menos abundante.

    3. Anel Vaginal:

    • Alterações no muco cervical: libera hormônios que são absorvidos pela mucosa vaginal e que inibem a ovulação e espessam o muco cervical.

    • Conteúdo vaginal: por ser um corpo estranho dentro da vagina, algumas usuárias podem perceber um aumento no corrimento vaginal, que tende a ser claro ou branco e sem odor. Essas alterações também são causadas pela liberação de hormônio localmente.

    4. Adesivo Transdérmico:

    • Alterações no muco cervical: libera hormônios que espessam o muco cervical, impedindo a passagem dos espermatozoides.

    • Conteúdo vaginal: pode causar alterações no corrimento vaginal, embora menos frequentemente relatadas em comparação com outros métodos.

    5. Dispositivo Intrauterino (DIU) Hormonal:

    • Alterações no muco cervical: libera um hormônio do tipo progestágeno localmente – dentro do útero, espessando o muco cervical e impedindo a passagem dos espermatozoides.

    • Conteúdo vaginal: pode levar a um corrimento mais espesso e, em alguns casos, a episódios de spotting (sangramento irregular). Além disso, como a mulher continua ovulando e apresentando oscilações hormonais inerentes ao ciclo ovulatório, o conteúdo vaginal pode responder a estas oscilações, e aumentar ou diminuir conforme a fase do ciclo.

    • O fio do DIU, por ser um corpo estranho, pode levar à alterações do conteúdo vaginal, e em alguns casos raros e mais específicos, formações de biofilmes – agrupamento de bactérias – o que favorece condições como vaginose bacteriana recorrente e candidíase. Nestes casos, o DIU pode não ser a melhor opção de método anticoncepcional. Mas esta condição não é muito comum! Se você usa DIU e não tem corrimento com mal odor ou coceira, fique tranquila.

    6. Dispositivo Intrauterino (DIU) de Cobre/Prata:

    • Alterações no muco cervical: não altera significativamente o muco cervical, mas provoca uma resposta inflamatória no útero que é tóxica para espermatozoides e óvulos.

    • Conteúdo vaginal: pode aumentar o volume de corrimento vaginal devido à resposta inflamatória local. O fio do DIU de cobre/prata também pode propiciar aumento do corrimento vaginal em situações específicas, da mesma forma que o DIU hormonal, como já descrito acima.

    7. Implante Subdérmico (Implanon)

    • Alterações no muco cervical: o Implanon libera continuamente um progestágeno, o etonogestrel, que espessa o muco cervical, dificultando a passagem dos espermatozoides, além de inibir a ovulação.

    • Conteúdo vaginal: o corrimento tende a ser mais espesso devido ao aumento da viscosidade do muco cervical. Algumas usuárias relatam episódios de sangramento irregular, o que pode alterar a cor do corrimento, tornando-o marrom ou levemente sanguinolento nos primeiros meses de uso.

    • Em algumas mulheres, o Implanon reduz a produção de muco vaginal ao longo do uso.

    É importante notar que, embora essas alterações sejam comuns, a resposta ao anticoncepcional pode variar entre as mulheres. Além disso, nem todo conteúdo vaginal é resultado de processos normais; algumas alterações podem indicar infecções ou condições patológicas que requerem atenção médica. Se houver mudanças significativas no corrimento vaginal, especialmente se acompanhadas de odor desagradável, coceira ou desconforto, é essencial consultar um profissional de saúde para avaliação.

    Referências Bibliográficas:

    1. SILVA, A. B.; OLIVEIRA, C. D.; SANTOS, E. F. Impacto de diferentes métodos contraceptivos no muco cervical: revisão sistemática. Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia, v. 42, n. 3, p. 245-252, 2024.

    2. PEREIRA, R. G.; SOUZA, L. M.; COSTA, J. S. Alterações vaginais associadas ao uso de dispositivos intrauterinos hormonais e não hormonais. Journal of Contraceptive Studies, v. 37, n. 2, p. 112-118, 2023.

    3. LIMA, T. F.; RODRIGUES, P. M. Comparação entre o DIU de cobre e o DIU hormonal em relação a corrimento vaginal e infecções. Acta Ginecológica Brasileira, v. 19, n. 5, p. 401-409, 2022.

    4. FEBRASGO – Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia. Manual de Anticoncepção.

  • De médica à paciente: Como a maternidade transformou a minha forma de cuidar de você.

    De médica à paciente: Como a maternidade transformou a minha forma de cuidar de você.

    De médica à paciente: Como a maternidade transformou a minha forma de cuidar de você.

    Quando eu me formei na UNICAMP e concluí minha residência em Ginecologia e Obstetrícia, eu me sentia pronta. Eu tinha o conhecimento técnico, sabia os protocolos de cor, dominava as condutas cirúrgicas e estava segura da minha capacidade de diagnosticar e tratar. Eu era, tecnicamente, uma excelente médica.

    Mas, naquela época, eu não sabia o que eu não sabia.

    Existe um abismo entre estudar a fisiologia do parto nos livros e sentir as contrações no próprio corpo. Existe um mundo de distância entre prescrever um método contraceptivo e sentir na pele as dúvidas e os medos sobre como ele vai afetar sua própria rotina e libido.

    A grande virada na minha carreira não aconteceu em um congresso internacional ou em uma sala de cirurgia. Aconteceu na minha vida pessoal.

    Quando o jaleco sai e a mulher entra

    Ao me tornar esposa, e especialmente ao me tornar mãe, eu mudei de lado da mesa. Deixei de ser a Dra. Juliana e passei a ser a paciente.

    Senti as inseguranças da gestação, o medo do desconhecido no parto, os desafios reais do puerpério e as nuances das oscilações hormonais.

    Foi aí que eu entendi, no sentido mais profundo da palavra, o que minhas pacientes tentavam me dizer. Eu entendi que quando uma mulher chega ao meu consultório com uma queixa, ela não está trazendo apenas um sintoma físico. Ela está trazendo sua história, seus medos, suas expectativas e, muitas vezes, uma bagagem de não ter sido ouvida antes.

    O nascimento de uma nova medicina (para mim)

    Essa experiência pessoal transformou meu atendimento. Eu percebi que a excelência técnica da UNICAMP, que eu tanto prezo, é apenas 50% do que uma mulher precisa. Os outros 50% são feitos de algo que não se aprende na faculdade: Empatia Real.

    • É por ter sentido ansiedade na gravidez que hoje eu ofereço meu WhatsApp pessoal para minhas gestantes. Eu sei que uma mensagem não respondida no domingo à noite dói.

    • É por entender a complexidade da nossa rotina de mulher moderna que eu não tenho pressa na consulta investigativa. Eu sei que precisamos de tempo para falar.

    • É por saber que cada corpo é único que eu nunca imponho um tratamento, seja ele um DIU ou uma reposição hormonal. Nós construímos a decisão juntas.

    O meu compromisso com você

    A Renata P., uma paciente querida, disse algo que me emocionou profundamente:

    “A Dra. Juliana é acolhedora como mãe e segura como médica. Ela une a ciência da UNICAMP com uma empatia rara.”

    Essa frase resume o meu propósito hoje.

    Quando você entra no meu consultório, eu trago toda a minha bagagem científica para garantir sua segurança. Mas eu também trago meu coração de mulher e mãe para garantir que você seja vista, ouvida e acolhida em sua totalidade.

    Seja bem-vinda. Aqui, o cuidado é de verdade.

  • Menopausa sem sofrimento: Como a ciência (e o cuidado certo) devolve a sua vitalidade.

    Menopausa sem sofrimento: Como a ciência (e o cuidado certo) devolve a sua vitalidade.

    Menopausa sem sofrimento: Como a ciência (e o cuidado certo) devolve a sua vitalidade.

    “É normal sentir esse calorão que sobe do nada?” “É normal não conseguir dormir uma noite inteira?” “É normal sentir que minha energia e minha memória simplesmente evaporaram?”

    Eu ouço essas perguntas todos os dias no consultório. E a minha resposta é sempre a mesma: Esses sintomas são comuns na menopausa, mas eles não deveriam ser considerados normais.

    Existe uma diferença gigante entre aceitar uma nova fase da vida e se resignar ao sofrimento. Infelizmente, muitas mulheres ainda acreditam que precisam suportar caladas os desconfortos do climatério e da menopausa, como se fosse um “preço a pagar” por envelhecer.

    Eu estou aqui para te dizer que isso não é verdade. A menopausa não precisa ser uma pausa na sua qualidade de vida.

    O que acontece com o seu corpo (e por que você não se sente mais você)

    A queda dos hormônios ovarianos (principalmente o estrogênio) impacta seu corpo de forma sistêmica. Não são só os fogachos. É o sono que fica picado, a irritabilidade que aumenta, o ressecamento vaginal que atrapalha a intimidade, a “névoa mental” que prejudica o trabalho.

    A Luiza L., uma paciente querida, descreveu perfeitamente essa sensação antes de iniciarmos o tratamento: ela sentia que não era mais ela mesma.

    E o pior: muitas mulheres têm um medo paralisante da solução, a famosa Reposição Hormonal, por causa de informações antigas e assustadoras que circulam na internet.

    A Segurança da Medicina Baseada em Evidências

    É aqui que entra o meu background. Minha formação na UNICAMP me ensinou a buscar a verdade científica, separando o joio do trigo.

    Hoje, estudos robustos e atualizados nos mostram que a Terapia Hormonal da Menopausa (THM), quando bem indicada, iniciada na “janela de oportunidade” (logo no início da menopausa) e com as substâncias e vias corretas (como os hormônios bioidênticos via transdérmica), é segura para a grande maioria das mulheres.

    Ela não serve apenas para apagar o fogo dos calorões. Ela é uma ferramenta de proteção:

    • Protege seus ossos contra a osteoporose.

    • Melhora a saúde cardiovascular.

    • Protege sua função cognitiva.

    O Meu Olhar: Não somos só hormônios

    Mas atenção: o tratamento não é uma receita de bolo. Nem toda mulher pode ou quer usar hormônios, e está tudo bem.

    Na minha consulta investigativa, meu olhar é integrativo. Eu não olho só para o seu útero e ovários. Eu olho para a sua vida:

    1. Como está seu sono? (A base de tudo).

    2. Como está sua alimentação e intestino? (Inflamação piora sintomas).

    3. Você faz atividade física? (Essencial para ossos e humor).

    4. Como está sua saúde mental e sexualidade?

    Montamos um quebra-cabeça. Às vezes, a peça que falta é um ajuste hormonal. Às vezes, é uma suplementação específica, uma mudança no estilo de vida ou um tratamento local para o ressecamento.

    O Resultado: O resgate da mulher que você é

    O objetivo do meu tratamento não é fazer você voltar a ter 20 anos. É fazer você viver os seus 50, 60 anos com a máxima potência, saúde e alegria que essa fase permite.

    Como disse a Luiza após o nosso tratamento: “Me sinto eu mesma de novo!”. E não há resultado mais gratificante que esse.

    Se você está sentindo que a menopausa está roubando sua vitalidade, agende uma conversa. Vamos desenhar, com ciência e acolhimento, o seu novo capítulo.

  • Adeus, pílula diária: DIU ou Implanon? O Guia Definitivo para escolher sua liberdade.

    Adeus, pílula diária: DIU ou Implanon? O Guia Definitivo para escolher sua liberdade.

    Adeus, pílula diária: DIU ou Implanon? O Guia Definitivo para escolher sua liberdade.

    Você já sentiu aquele frio na barriga ao perceber, no meio do dia, que esqueceu de tomar a pílula? Ou, quem sabe, você até toma direitinho, mas sente que seu corpo está inchado, sua libido diminuiu e você simplesmente não se sente “você mesma”?

    Se você balançou a cabeça concordando, saiba que não está sozinha. Milhares de mulheres estão migrando da pílula anticoncepcional para os LARCs (Long-Acting Reversible Contraceptives), ou Métodos Contraceptivos Reversíveis de Longa Duração.

    A medicina evoluiu (e muito!). Hoje, não precisamos mais depender da nossa memória diária para evitar uma gravidez. Neste artigo, vou explicar detalhadamente as diferenças entre DIU e Implanon, para que você possa tomar uma decisão informada e segura.

    O que são os LARCs e por que eles são tão seguros?

    Diferente da pílula, que depende de você lembrar de tomar todos os dias (o que gera falhas), os LARCs são colocados no seu corpo e “trabalham sozinhos”. Segundo a OMS, eles estão entre os métodos mais eficazes do mundo, com taxas de falha menores que 1% — comparáveis à laqueadura, mas totalmente reversíveis.

    1. Os DIUs Hormonais: Mirena e Kyleena

    Estes dispositivos liberam uma dose muito baixa de progesterona diretamente no útero. Como a ação é local, a quantidade de hormônio que circula no seu sangue é mínima, o que reduz drasticamente os efeitos colaterais sistêmicos (como inchaço e alterações de humor).

    • Mirena: É o “irmão mais velho”. Além de contraceptivo, é um excelente tratamento. Ele é indicado para mulheres que sofrem com fluxo menstrual muito intenso ou cólicas fortes. Com ele, cerca de 65% das mulheres param de menstruar após um ano.

    • Kyleena: É o “irmão caçula”, menor e com dose hormonal mais baixa. Ideal para mulheres com útero pequeno ou nulíparas (que nunca tiveram filhos). A chance de parar de menstruar é um pouco menor que a do Mirena, mas o controle de cólicas continua excelente.

    2. Os DIUs Livres de Hormônios: Cobre e Prata

    Se o seu desejo é ficar 100% livre de hormônios sintéticos e deixar seu ciclo ovulatório natural, estas são as opções para você.

    • DIU de Cobre: O clássico. Ele cria um ambiente no útero que impede a sobrevivência dos espermatozoides. Dura até 10 anos. O ponto de atenção é que ele pode aumentar um pouco o fluxo e as cólicas.

    • DIU de Prata: Uma evolução do modelo anterior. A prata estabiliza o cobre, diminuindo a oxidação. Na prática? Ele tende a causar menos cólicas e menos aumento de fluxo do que o DIU de cobre puro.

    3. Implanon: O “Chip” do Braço

    O Implanon é um pequeno bastonete (do tamanho de um palito de fósforo) inserido sob a pele do braço. Ele libera hormônio de forma contínua por 3 anos.

    • A grande vantagem: Não requer nenhum procedimento vaginal ou uterino.

    • A eficácia: É, estatisticamente, o método mais eficaz que existe, superando até a laqueadura.

    • Para quem é: Ótimo para quem esquece a pílula, tem contraindicação ao estrogênio ou não se adaptou aos DIUs.

    “Dra., mas eu tenho medo da dor na inserção!”

    Essa é a maior barreira que vejo no consultório, e preciso ser muito honesta com você: você não precisa sentir dor.

    A ideia de que “colocar DIU dói muito” vem de uma época em que os procedimentos eram feitos “a sangue frio”. No meu consultório, sigo um protocolo rigoroso de conforto:

    1. Preparo do colo: Usamos métodos para preparar o colo do útero.

    2. Anestesia Local: Sim, igual no dentista. Faço um bloqueio anestésico no colo do útero antes de inserir o dispositivo.

    3. Ambiente Acolhedor: Sem pressa, com calma e respeito ao seu tempo.

    A maioria das minhas pacientes relata que o procedimento foi muito mais tranquilo do que imaginavam, comparável a uma cólica menstrual leve e rápida.

    Qual é o melhor para você?

    Não existe “o melhor método do mundo”. Existe o melhor método para a sua rotina, o seu fluxo menstrual e os seus objetivos.

    • Quer parar de menstruar? Mirena.

    • Quer zero hormônios? DIU de Prata.

    • Quer esquecer que usa algo e não quer mexer no útero? Implanon.

    Sua liberdade começa com uma escolha consciente. Agende sua avaliação, vamos conversar sobre sua história e encontrar o método que vai te libertar da pílula.

  • Ansiedade na gestação: O poder (invisível) de ter sua obstetra a uma mensagem de distância.

    Ansiedade na gestação: O poder (invisível) de ter sua obstetra a uma mensagem de distância.

    Ansiedade na gestação: O poder (invisível) de ter sua obstetra a uma mensagem de distância.

    A descoberta da gravidez é um misto de alegria explosiva com um medo que, muitas vezes, não sabemos nomear. De repente, cada pontada na barriga vira um motivo de alerta. Um enjoo mais forte parece o fim do mundo. E a primeira reação é quase automática: Google.

    Você digita o sintoma e, em segundos, lê os piores diagnósticos possíveis. O coração acelera, a noite de sono se perde e a ansiedade toma conta de um momento que deveria ser de paz.

    Se você se identificou, eu quero te dizer algo muito importante: a sua ansiedade é legítima, mas você não precisa passar por ela sozinha.

    O Pré-Natal vai muito além de medir a barriga.

    Muitas pessoas (e até alguns profissionais) veem o pré-natal apenas como uma sequência de exames físicos: pesar a mãe, medir a pressão, ouvir o coração do bebê e pedir ultrassom. Claro, isso é fundamental para a segurança clínica.

    Mas, na minha prática, e especialmente depois que me tornei mãe, entendi que o pré-natal tem uma função emocional tão importante quanto a física: ser o porto seguro da gestante.

    O que os depoimentos das minhas pacientes me ensinaram

    Ao ler os relatos das mulheres que acompanhei, um ponto sempre se destaca mais do que a minha formação na UNICAMP ou os hospitais de ponta onde atuo. É algo simples, mas transformador: a disponibilidade.

    A Lúcia, uma paciente querida, resumiu isso perfeitamente:

    “Meu pré-natal foi perfeito. Não é só a excelência da UNICAMP; é a atenção humana. Ela sempre esteve disponível no WhatsApp para responder minhas crises de ansiedade na gravidez. Para uma gestante, esse suporte contínuo é o maior diferencial. Senti que tinha uma parceira, não apenas uma médica.”

    O “Seguro-Ansiedade”: Meu Suporte via WhatsApp

    Eu sei que as dúvidas não surgem só durante a consulta. Elas surgem sábado à noite, quando sai um tampão mucoso diferente. Elas surgem no domingo de manhã, quando o bebê mexe menos.

    Por isso, para minhas pacientes de pré-natal, o meu WhatsApp não é um “bônus”. É uma ferramenta de trabalho e segurança.

    • Como funciona: Você sentiu algo estranho? Me manda uma mensagem. Eu vou ler, avaliar e te dar uma resposta técnica e calma.

    • O resultado: Na maioria das vezes, é algo normal da gestação. Em vez de passar a noite em claro ou correr para um pronto-socorro lotado sem necessidade, você recebe uma orientação segura e volta a dormir tranquila. E se for algo sério? Eu serei a primeira a te dizer para ir ao hospital e já estarei em contato com a equipe de lá.

    Preparação para o Parto: Segurança em todas as etapas

    Essa parceria se estende até o grande dia. Seja o seu sonho um parto normal humanizado ou uma cesárea necessária e respeitosa, nós vamos construir juntas o seu Plano de Parto.

    Tenho cadastro e atuo nas melhores maternidades de São Paulo (Pro Matre, Santa Joana, Santa Maria e São Luiz Star), garantindo que você tenha a melhor estrutura hospitalar aliada ao meu acompanhamento próximo e conhecido.

    Sua gravidez merece paz, não medo.

    Não deixe a ansiedade roubar a alegria dessa fase. Ter uma obstetra que te conhece pelo nome, sabe dos seus medos e está acessível na palma da sua mão não é luxo. É o cuidado que você e seu bebê merecem.

    Vamos caminhar juntas?

  • Por que 15 minutos não bastam: A importância da consulta investigativa para sua saúde.

    Por que 15 minutos não bastam: A importância da consulta investigativa para sua saúde.

    Por que 15 minutos não bastam: A importância da consulta investigativa para sua saúde.

    Quantas vezes você já entrou em um consultório médico, esperou uma hora na recepção e, quando finalmente foi atendida, a consulta durou menos de 15 minutos? Você mal teve tempo de tirar a roupa, contar sua história ou explicar aquele detalhe que te incomoda há meses. Saiu de lá com uma receita na mão, mas com a sensação de que não foi realmente ouvida.

    Infelizmente, esse cenário de “medicina fast-food” tornou-se comum. Mas quando falamos da saúde da mulher — que envolve hormônios, metabolismo, rotina e emoções —, a pressa é a maior inimiga do diagnóstico correto.

    Eu acredito (e minha formação na UNICAMP reforçou isso) que a medicina de excelência precisa de um ingrediente fundamental: Tempo.

    O Perigo do “Diagnóstico de Corredor”

    Muitas queixas ginecológicas são complexas. Uma dor pélvica pode ser endometriose, mas também pode ser intestinal ou muscular. Uma queda de libido pode ser hormonal, mas também pode ser estresse ou deficiência de vitaminas.

    Em 15 minutos, é impossível investigar essas nuances. O médico acaba tratando apenas o sintoma (a dor, o sangramento), mas não descobre a causa. O resultado? Você volta a ter o problema meses depois.

    O Meu Método: A Consulta Investigativa em 4 Etapas

    Para garantir a segurança que você merece, estruturei meu atendimento particular fugindo da lógica dos convênios. Aqui, a consulta é uma investigação profunda:

    1. A Escuta Atenta (Anamnese Profunda) Antes de qualquer exame físico, nós conversamos. Eu preciso entender quem é você. Como é sua rotina? Como você dorme? O que você come? Qual é o histórico da sua família? Muitas vezes, a chave do diagnóstico está no que você me conta, não apenas no exame.

    2. O Raciocínio Clínico (Base UNICAMP) Minha formação na UNICAMP foi pautada na “Medicina Baseada em Evidências”. Isso significa que eu não peço exames aleatórios “para ver o que dá”. Cada exame solicitado tem um porquê, baseado na nossa conversa inicial. Isso evita gastos desnecessários e diagnósticos errados.

    3. O Plano de Ação Personalizado Você não é igual à paciente anterior. Se duas mulheres têm SOP (Síndrome dos Ovários Policísticos), o tratamento pode ser completamente diferente para cada uma, dependendo se ela quer engravidar agora ou não. Montamos juntas uma estratégia que caiba na sua vida real.

    4. O Diferencial: Suporte Pós-Consulta A medicina não acaba quando você fecha a porta do consultório. Dúvidas sobre a medicação surgem. Efeitos colaterais podem acontecer. Por isso, minhas pacientes têm acesso a um suporte direto via WhatsApp. Você não fica desamparada.

    “Mas Dra., eu pago convênio…” (O Segredo do Reembolso)

    Muitas mulheres acham que, por terem plano de saúde, são obrigadas a se consultar apenas com os médicos da rede credenciada. Isso não é verdade.

    A maioria dos planos de saúde (Bradesco, SulAmérica, Amil, etc.) possui o sistema de Livre Escolha e Reembolso.

    • Como funciona: Você paga a consulta particular com a médica de sua confiança (que vai dedicar o tempo necessário a você). Eu emito a nota fiscal e o relatório médico. Você envia para o convênio e eles devolvem parte ou o valor integral da consulta na sua conta.

    Resumo: Você usa o seu convênio para pagar (ou abater) o custo de um atendimento de alto nível, que o próprio convênio não conseguiria oferecer na rede credenciada.

    Sua saúde é um investimento, não um custo.

    Não aceite ser tratada como um número em uma planilha de produção. Se você busca um diagnóstico sério, um tratamento resolutivo e uma médica que saiba o seu nome e a sua história, convido você a conhecer a consulta investigativa.